Sistemas de gestão

A linha Digisat, do MEI à indústria

São sete sistemas, e a linha de gestão é cumulativa: o Gerencial tem tudo o que o Comercial tem, o Administrador tem tudo o que o Gerencial tem, e o Industrial tem tudo o que o Administrador tem. Subir um degrau nunca tira nada — só acrescenta. Abaixo está exatamente o que cada um acrescenta.

Para o microempreendedor individual

Sistema MEI

O sistema mais enxuto da linha, feito para quem é MEI e precisa emitir nota, controlar o que entra e o que sai e chegar ao fim do ano com o faturamento somado.

Todo microempreendedor individual é obrigado a declarar o faturamento do ano. Quem anotou em caderno ou foi lembrando de cabeça passa os primeiros meses do ano seguinte tentando reconstituir o que vendeu — e, pior, sem saber se passou do limite enquanto ainda dava tempo de fazer alguma coisa a respeito.

O Sistema MEI existe para que esse número esteja pronto o ano inteiro. Cada venda registrada já alimenta o total, cada compra entra pela nota do fornecedor, e o que falta receber fica visível antes de virar surpresa.

Os cinco módulos

CadastrosClientes, fornecedores, produtos e serviços — a base que o resto do sistema usa.
FinanceiroContas a pagar e a receber, com pagamentos parciais e emissão de recibos.
EntradaNota de compra e importação do XML enviado pelo fornecedor, sem redigitar item por item.
SaídaNota de venda, ponto de venda e integração com e-commerce.
AuxiliaresRelatórios e controle de turno.

Quando o faturamento cresce e o MEI vira ME, o caminho natural é o Sistema Comercial.

A base de toda a linha de gestão

Sistema Comercial

Vendas, estoque, financeiro e emissão fiscal num sistema só. É o núcleo que o Gerencial, o Administrador e o Industrial carregam inteiro.

O Comercial atende mais de trinta segmentos com o mesmo núcleo: o cadastro passa a ser um só, a venda baixa o estoque, o recebimento entra no financeiro e a nota sai da mesma operação. É o que a empresa ganha quando deixa a planilha.

A diferença dele para um PDV avulso está no que vem depois da venda. Centro de custo e plano de contas permitem enxergar para onde o dinheiro vai, e não apenas quanto entrou. A importação de XML elimina a digitação da nota de compra. E o controle de frete entra no custo da mercadoria em vez de virar uma despesa solta no fim do mês.

Do lado fiscal, o sistema gera SPED, Sintegra e EFD a partir do próprio movimento — o que evita a reconstituição mensal que costuma consumir os primeiros dias de cada mês no escritório.

Tudo o que está aqui também está no Gerencial, no Administrador e no Industrial: a linha é cumulativa, e cada degrau carrega o anterior inteiro. O Comercial é a escolha de quem opera o sistema em um computador só — na prática, a maior parte das lojas tem mais de uma pessoa usando ao mesmo tempo, e por isso a indicação costuma ser o Gerencial.

  • Vendas, estoque, PDV e emissão fiscal integrados
  • Centro de custo e plano de contas
  • Importação de XML da nota de compra
  • Controle de frete no custo da mercadoria
  • Geração de SPED, Sintegra e EFD
  • Atende mais de 30 segmentos
Para quem trabalha em rede

Sistema Gerencial

Tem tudo o que o Comercial tem e acrescenta o trabalho em rede, os aplicativos móveis e as primeiras verticais de ramo.

O Gerencial tem tudo o que o Comercial tem — vendas, estoque, PDV, financeiro, centro de custo, emissão fiscal e os arquivos do SPED — e acrescenta três coisas a mais. A primeira é o trabalho em rede: caixa, balcão, depósito e escritório operando ao mesmo tempo sobre a mesma base, cada um vendo o movimento do outro na hora em que acontece. É a diferença entre um sistema que roda numa máquina e um sistema que roda na empresa.

A segunda são os aplicativos: autoatendimento, coletor de dados, força de vendas, PDV mobile, aplicativo de posto e aplicativo de restaurante — todos em Android e iOS, funcionando online e offline, de modo que o que foi lançado sem sinal sobe quando a conexão volta.

A terceira são as verticais — as configurações específicas de ramo, que aparecem aqui pela primeira vez na linha. Elas não são módulos genéricos renomeados: resolvem exigências que só existem naquele segmento.

Verticais de ramo

FarmáciaMedicamentos controlados e SNGPC. Ver sistema para farmácia
Posto de combustívelControle de tanque, bomba e bico. Ver sistema para posto
RestauranteControle de mesas e envio de pedido para a cozinha. Ver sistema para restaurante

Segmentos que costumam usar este sistema:

Matriz e filiais

Sistema Administrador

Tem tudo o que o Gerencial tem e acrescenta matriz e filiais, fluxo financeiro e balanço, mais as verticais de hotel e pet shop.

O Administrador tem tudo o que o Gerencial tem — e, portanto, tudo o que o Comercial tem também. O que ele acrescenta é a empresa que cresceu para fora de um endereço só: administra matriz e filiais, com estoque visível entre as unidades e, principalmente, com fluxo financeiro e balanço, que é o que permite olhar o grupo inteiro em vez de somar relatórios de cada loja na mão.

As verticais do Gerencial vêm junto, e duas outras são exclusivas dele: hotel e pet shop. Os aplicativos móveis também acompanham, incluindo o de room service.

Verticais de ramo

Farmácia, posto e restauranteAs mesmas verticais do Gerencial, no ambiente de matriz e filiais.
HotelReservas e rotinas de governança. Ver sistema para hotel
Pet shopFicha veterinária e controle de internação. Ver sistema para pet shop
  • Administração de matriz e filiais
  • Fluxo financeiro e balanço
  • Atende mais de 30 segmentos
  • Verticais de farmácia, posto, restaurante, hotel e pet shop
  • Aplicativos móveis, incluindo room service

Segmentos que costumam usar este sistema:

Para pequenas e médias indústrias

Sistema Administrador Industrial

Tem tudo o que o Administrador tem e acrescenta o chão de fábrica: ordem de produção, custo real e rastreabilidade por lote e número de série.

O Industrial tem tudo o que o Administrador tem e acrescenta o que uma indústria precisa e o comércio não usa. A ordem de produção traz cronograma e fases, registra paradas e perdas e nasce da ficha técnica — a composição do item produzido.

O custeio é o que distingue de verdade. O sistema calcula custo direto e indireto, com a mão de obra e os encargos entrando na conta, e permite simular cenários antes de formar o preço. Formar preço só pela matéria-prima é como a maior parte das indústrias pequenas descobre tarde demais que a margem não era a que imaginava.

E há a rastreabilidade bidirecional, por lote e número de série: do insumo até o produto acabado e do produto acabado de volta aos insumos. É o que permite isolar um problema num lote específico em vez de recolher a produção inteira — e é exigência frequente de clientes maiores.

  • Ordem de produção com cronograma e fases
  • Apontamento de paradas e perdas
  • Ficha técnica e composição do item produzido
  • Custeio direto e indireto com simulação de preço
  • Mão de obra com encargos e jornada de trabalho
  • Rastreabilidade bidirecional por lote e número de série

Segmentos que costumam usar este sistema:

Ver a página de sistema para indústria, com os recursos detalhados e a geração do bloco K.

Site e loja virtual integrados ao sistema

Sistema Conecta

O e-commerce que usa o cadastro do seu sistema de gestão: o produto que está no estoque é o que aparece na loja, e o pedido da internet entra como venda.

O Conecta é um site com loja virtual integrado ao sistema de gestão. Essa integração é o ponto: o catálogo sai do mesmo cadastro que o PDV usa, então preço e disponibilidade na internet acompanham o estoque real, e o pedido feito online entra no sistema como venda — sem ninguém transcrever.

Quem vende online com a loja virtual separada do sistema conhece o problema: produto esgotado continua à venda, preço reajustado na loja física demora a mudar no site, e todo pedido precisa ser relançado à mão para baixar estoque e emitir nota.

  • Catálogo alimentado pelo cadastro do sistema
  • Recebimento de pedidos integrado à gestão
  • Pagamento por MercadoPago, PagSeguro, Pagar.me, Cielo e e-Rede
  • Cálculo de frete pelos Correios
  • Blog para conteúdo e busca orgânica
  • Domínio grátis no primeiro ano
  • Google Analytics
  • Botão de WhatsApp

Se o que você precisa é um site institucional, sem loja virtual, isso também fazemos — veja sites, domínios e hospedagem.

O sistema da Digisat em nuvem

DigiSatWeb

Produto próprio da Digisat, em nuvem: cinco módulos, NF-e, PDV, centro de custo, arquivos fiscais, dashboard e portal do contador.

O DigiSatWeb é um produto próprio da Digisat, em nuvem — não é a linha de desktop acessada pelo navegador. Isso muda o que a empresa precisa ter em casa: a base não fica num servidor local, e o acesso não depende da máquina onde o sistema foi instalado.

Ele traz cinco módulos com o essencial da gestão: NF-e, ponto de venda, centro de custo e a geração dos arquivos fiscais. Duas coisas são próprias dele — o dashboard, que mostra os números da operação sem precisar rodar relatório, e o portal do contador, por onde o contador busca o que precisa sem depender de alguém da empresa exportar e enviar.

  • Sistema em nuvem, com cinco módulos
  • Emissão de NF-e
  • Ponto de venda
  • Centro de custo
  • Geração de arquivos fiscais
  • Dashboard com os números da operação
  • Portal do contador

O DigiSatWeb e a linha de desktop atendem necessidades diferentes. Qual dos dois faz mais sentido depende do que a sua empresa usa hoje e de como ela trabalha — vale conversar antes de decidir.

Dúvidas frequentes

Antes de escolher

Qual sistema Digisat é o certo para a minha empresa?

Depende de três coisas: o porte, quantas pessoas usam o sistema ao mesmo tempo e se o ramo exige alguma vertical. Quem é MEI começa no Sistema MEI; a maior parte das empresas se acomoda no Comercial; quem trabalha em rede precisa do Gerencial; quem tem filial, do Administrador; quem produz, do Administrador Industrial. Como a linha é cumulativa, escolher o degrau certo é escolher até onde ir — nenhum recurso do sistema de baixo se perde ao subir.

A análise para indicar o certo é gratuita e sem compromisso — e não faz sentido vender um sistema maior do que a operação precisa.

Dá para mudar de sistema depois, se a empresa crescer?

Dá, e é o caminho normal. Como cada sistema contém o anterior por inteiro, subir um degrau não muda o que você já usava: o que estava lá continua lá, e aparecem os recursos novos. Vale conversar antes de contratar mesmo assim, para que a escolha de hoje não crie trabalho de migração daqui a dois anos.

Qual a diferença entre o Conecta e os outros sistemas?

O Conecta não substitui o sistema de gestão: ele é o site com loja virtual que se integra a ele. O catálogo sai do mesmo cadastro, e o pedido feito na internet entra como venda no sistema.

O DigiSatWeb substitui a linha de desktop?

São produtos diferentes: o DigiSatWeb é um sistema próprio da Digisat, em nuvem, com cinco módulos. Qual dos dois atende melhor depende do que a sua empresa usa hoje e de como trabalha — é exatamente o tipo de pergunta que a análise gratuita responde.

Quem faz a implantação e o treinamento?

A Tecbios, com equipe própria. Quem instala é quem depois atende no suporte, então você não explica a sua operação de novo a cada chamado. O treinamento é feito com as pessoas que vão operar o sistema.

Qual deles é o seu?

Conte como a empresa trabalha hoje. A gente indica o sistema certo, sem compromisso.