TEF ligado ao caixa
O valor da venda vai do sistema direto para a maquininha, sem digitar duas vezes. Trabalhamos com Paygo, SiTEF e Scope.
- Conciliação automática no financeiro
- Fechamento de caixa sem conferência manual
SNGPC, controlados por lote e PBM no mesmo sistema que fecha o caixa — porque na farmácia errar o controle não é só prejuízo.
Farmácia é o varejo mais regulado que existe fora do combustível. Além de vender, a loja precisa provar o que vendeu: medicamento controlado tem escrituração, o SNGPC tem prazo e o inventário precisa bater com o que a Anvisa espera ver. Quem faz esse controle por fora do sistema de venda acaba fazendo tudo duas vezes — e ainda assim correndo risco na fiscalização.
O lote é o segundo eixo. Medicamento vence, e vencido na prateleira é prejuízo certo e risco sanitário. O controle por lote permite saber o que vence quando, e é também o que permite rastrear para trás quando o fabricante recolhe um lote específico.
A terceira frente é o recebimento, que na farmácia é mais complicado que em qualquer outro varejo. Além de dinheiro, cartão e Pix, entra PBM — Vidalink, ePharma — e Farmácia Popular, cada um pagando depois e de um jeito. Jogar esses valores direto no contas a receber é o que faz o financeiro refletir a realidade, em vez de mostrar uma venda que o caixa nunca viu.
Recursos da linha Digisat aplicados a este segmento. A disponibilidade de cada um depende do sistema contratado.
A vertical de farmácia — medicamentos controlados e SNGPC — faz parte do Sistema Gerencial, que é também o sistema preparado para trabalhar em rede, com caixa, balcão e escritório ao mesmo tempo.
Rede de farmácias, com matriz e filiais e necessidade de fluxo financeiro e balanço consolidados, usa o Sistema Administrador, que carrega as mesmas verticais.
Ver o Sistema GerencialO valor da venda vai do sistema direto para a maquininha, sem digitar duas vezes. Trabalhamos com Paygo, SiTEF e Scope.
Computador, impressora fiscal, leitor, gaveta, cabeamento e servidor. Sistema bom em máquina ruim não resolve.
Ver infraestruturaFaz, incluindo o inventário SNGPC, e gera o relatório de compra e venda de medicamentos controlados. Como a escrituração sai da mesma venda que movimenta o estoque, não é preciso lançar nada duas vezes.
Entra. Há integração com cartão PBM — Vidalink, ePharma e Farmácia Popular — e os valores a receber dos PBMs e do Ministério da Saúde são lançados no contas a receber, então o financeiro mostra o que ainda vai entrar.
Dá. O controle de medicamentos é por lote, o que serve tanto para acompanhar vencimento quanto para rastrear um lote específico em caso de recolhimento.
Conte como funciona hoje. A gente indica o sistema certo — sem vender mais do que a operação precisa.